Resenha

Resenha: Faça amor, não faça jogo

Nessa obra bastante sincera, profunda e sentimental, cada capítulo apresenta uma história diferente, e cada capítulo indica uma música para acompanhar na leitura que é bem rápida. Esse livro nos faz valorizar cada pequeno sentimento e cada coisa da vida, para não deixar as coisas simplesmente irem passando, para se viver, o autor tem uma delicadeza enorme de mostrar várias formas de amar, do amor.

Aqui vai alguns dos capítulos que eu mais gostei ou identifiquei.

“Existem amores em que as pessoas se entregam.
Existem amores que pegam seu mundo e o viram do avesso.
Existem amores em que dois se tornam um.
Então, basta escolher.
Qual amor você quer?” (Existem amores em amores, página 52)

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“Mas ainda bem que sempre quando eu queria desistir, você dizia: ‘Meu filho, respire. O amor existe’.
Sim, ele existe. Você me ensinou isso.
Não há nada que eu possa dizer.
Apenas agradecer.” (Antes de partir, página 136)

“Algumas pessoas não percebem que o amor verdadeiro
não é por você, é pelo outro.” (Continuo sonhando, página 200)

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“Eu de peixes e ela de virgem.
Alguns mundos são distintos.
Mas quando se cruzam,
se tornam infinitos.” (O casal perfeito, página 216)

Resenha

Resenha: Flores Partidas #FL2018

”O fato de ela ter se casado com um cara que havia crescido a menos de 35 quilômetros da casa onde ela havia sido criada era uma prova de que, não importa o quanto a gente fuja, sempre acabamos voltando para o lugar de onde saímos.” Página 66

Faz exatos cinco minutos que acabei de ler Flores Partidas, e acho que precisarei de cinco anos para me recuperar dessa leitura. Inicialmente Flores Partidas não estava na minha lista da Folia Literária, mas eu queria muito ler então encaixei na categoria de personagem feminina em destaque, e nesse livro o que mais temos são mulheres fortes.

Um acontecimento marca tragicamente a vida de uma família comum, Júlia, filha mais velha, irmã, está desaparecida, pistas falsas rondam a família e a polícia adota a postura de que Júlia apenas quis fugir para algum lugar, o desaparecimento dela afeta cada membro de sua família, Claire a irmã mais nova se fecha em um mundo particular controlada pelo namorado, Lydia se afunda em drogas, Sam, o pai ainda tem esperança de que a filha volte e investiga cada detalhe atrás de pistas, e a mãe, Helen tenta dia após dia mas está destruída.

”Não podem andar na rua nem comprar um café ou ficar paradas num canto sem que um idiota venha fazer um comentário sobre a beleza delas. E as mulheres sorriem porque é mais fácil do que mandar os caras se ferrarem. E menos perigoso, porque quando um homem rejeita uma mulher, ela vai pra casa e chora por alguns dias. Se uma mulher rejeita um homem, ele pode estupra-lá e mata-lá.” Página 119

A família que deveria se unir, acaba se separando cada vez mais, Claire coloca seu mundo em Paul, e Lydia acaba contando a irmã que seu namorado perfeito tentou estupra-lá após isso as irmãs se separam por dezoito anos, até que a morte de Paul as une novamente, porém com sua morte todos os seus segredos vem a tona, Claire descobre que seu marido era uma farsa, e com isso ela descobre tantos segredos obscuros que podem enterrar todos eles juntos com Paul.

Gente não tenho o que escrever nessa resenha, não consigo falar sobre porque ainda to absorvendo esse livro, Flores Partidas possui uma pré-sequência, chamada A garota dos olhos azuis, que conta sobre o desaparecimento de Júlia e de como tudo começou, eu li ele depois de ler Flores Partidas(como sempre lendo na ordem errada), as coisas não se misturam muito pois em Flores Partidas o foco são os segredos, mentiras e a família de Claire.

”Se deixasse tudo nas mãos de Claire, sabia que não sairia viva. Sempre tinha sido assim – antes de Paul, antes mesmo de Júlia. Claire tomava uma decisão e Lydia pagava por ela.” Página 257

Bom comecei a ler a obra pela autora e foi um livro extremamente chocante e surpreendente novamente Karin nos mostra a maldade humana, em diversos lados. Não tenho o que dizer sobre essa obra pois esse é um daqueles livros que você precisa sentir e absorver os capítulos, é uma leitura pesada em alguns pontos mas na minha opinião é uma leitura tranquila. O livro nos consome desde o inicio do capítulo, temos narrativas alternadas entre Claire, Lydia e Sam. Confesso que me emocionei em diversos relatos de Sam, ele é um pai que vive em função de descobrir o que houve com sua garotinha, e algo que gostei de ver no final é como os personagens mudaram e evoluíram. Se você gosta de suspense, esse livro é pra você, a cada capítulo mais mistérios e reviravoltas e um desfecho muito interessante pra essa história.

”Então, você sorri, aperta minha mão, e, mesmo no sonho, entendo a verdade: não importa o que aconteceu com você, não importa os horrores que sofreu quando foi levada, você sempre será minha menininha linda.” Página 394

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Resenhas: Dias Perfeitos #FL2018

”Depois do banho, Clarice deitava junto a ele. Conversavam mais um pouco, embargados pelo sono. Então, ele a algemava à cama e se levantava para apagar a luz.”

Gente to trazendo pra vocês a primeira resenha da Folia Literária 2018! Para essa primeira leitura eu resolvi começar pela literatura nacional, e escolhi o autor Raphael Montes para me ajudar, já li as outras obras dele e faltava apenas Dias Perfeitos, então heis essa resenha dessa obra maravilhosa.

”Pelos dias seguintes, Clarice recusou a comida e as palavras. Aceitava apenas água, mas não agradecia. Passava as tardes no notebook, escrevendo o roteiro. Téo buscou respeitar. Sabia que ela não aguentaria muito tempo. Os casais sempre se perdoam.”

Vamos conhecer Téo, um cara fechado, muito inteligente que cursa medicina, e vive uma vida comum e tediosa com a mãe, que é a pessoa que o faz sair de casa, já que em alguns momentos ela precisa do auxilio do filho em suas saídas por conta da sua cadeira de rodas. Em uma dessas saídas ela pede para o filho ir em um churrasco, lá ele conhece Clarice, e em apenas uma conversa Téo se encontra perdidamente apaixonado por aquela menina estranha e tão diferente dele, porém desde o inicio o leitor percebe que Téo tem alguns distúrbios mentais, e a partir do primeiro encontro com Clarice naquele churrasco Téo a persegue e inicia uma relação doentia e abusiva.

”Era natural: ela não tinha mais ninguém. Ele a alimentava, dava carinho e atenção.”

Quando li Dias Perfeitos não fui atrás de sinopse, fui apenas por conta do autor, não sabia o que ia encontrar e mais uma vez me surpreendi, o autor nos coloca na mente de um louco, Téo sequestra Clarice, mantém ela dopada, transporta ela em uma mala, e a leva para uma viagem onde ele planeja conquista-lá e mostrar o quanto ele é um cara legal (OOOI??), é completamente louco pois Téo realmente acredita que está fazendo aquilo pelo bem dela, cada privação, cada vez que ele a domina, ele realmente acredita que ela vai ficar bem e que ele só está ajudando.

”Aproximou-se de Clarice, acariciou seu rosto excitado com a situação. Queria que ela acordasse e visse Breno daquele jeito, só carcaça.”

Clarice passa todo o livro sob os ”cuidados” de Téo, mas sempre tentando dar um jeito de recuperar sua vida de volta. O leitor nunca sabe o que se passa na mente dela, e isso é bem interessante, a obra tem desdobramentos incríveis e insanos, as atitudes de Téo vai te deixar chocada, afinal até onde o ser humano pode ir pra ter algo que lhe foi dito ‘não’? Juro quando tinha certeza de que nada ia me surpreender na escrita do Raphael eu fui lá e quebrei a cara e fiquei boquiaberta.

Quem quiser dicas sobre a leitura nacional da maratona e perdeu as dicas no meu storie, vamos lá. Para leituras mais pesadas indico: Suicidas, Dias Perfeitos, Jantar Secreto e Diário de uma escrava, para leituras mais leves indico: Sereias, e as Batidas Perdidas (que se encaixam na categoria de música também).

”Pouco a pouco, Clarice reconquistava uma parcela de liberdade. Jamais voltaria a ser aquela menina esvoaçante que ele havia conhecido no churrasco. Afinal, relacionamento também é privação.”

Usem a nossa #FOLIALITERARIA2018 e nos marquem em suas leituras!

Resenha

Materiais da Faculdade 2018

Olá vespas, to me sentindo muito brogueirinha postando sobre esse assunto mas foi o que venceu na votação no Instagram.

Bom pra quem não sabe eu curso psicologia e estou no 6° semestre, e por mais adulto que pareça eu sou bem infantil com papelaria, quem já está na faculdade sabe que tem matéria que nem vale comprar caderno e nem caneta, porém minhas matérias por mais práticas que sejam tem muita teoria e muito conteúdo para anotar, e eu sou mais o tipo de pessoa que compreende escrevendo do que apenas ouvindo ou vendo, tenho que ter muitas anotações em diversas cores!

Não comprei muita coisa, mas vou colocar aqui o que estarei usando nesse ano/semestre.

Nesse semestre eu pretendo usar esses dois cadernos, esse lindo da flor é da papelaria Ótima  e o outro comprei no site da Kalunga ele é bem legal porque é todo quadriculado, ótimo pra fazer anotações. Esse caderninho de galhos e rosas eu comprei mais pra deixar de reserva se um dos cadernos acabarem, comprei ele na Le Biscuit de Fortaleza, assim como os post it e esse Planner da Tilibra foram comprados na Le Biscuit.

A agenda de 2018 eu comprei em uma lojinha próximo da casa dos meus pais, ela é bem prática e simples.

Já esse planner da Molang Diary em breve trarei mais novidades sobre ele, mas já adianto, ele tem o planejamento mensal, semanal, espaço para anotações, para wishlist é bem completo de tudo, ele é todo molinho, com um tamanho ótimo para levar na bolsa.

As canetas são da Paper Mate Compactor, Pilot e os marca texto todos são em gel, acho mais prático e não tem risco de passar pra outra folha. O estojo comprei em uma lojinha aqui próximo também. 

Bom gente, é isso, espero que gostem desse post e se quiserem faço um de dicas de organização no planner, como se organizar pra cumprir todas as atividades e etc, deixem nos comentários.

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Resenha: Garota em Pedaços

”Eu cortei todas as minhas palavras fora. Meu coração estava cheio demais.'” Página 09

A obra conta a história de Charlotte, uma garota de apenas 17 anos, ela é deixada na frente de um hospital, com a pele repleta de cortes e semi nua, a partir daí ela é encaminhada até um hospital psiquiátrico onde poderá ser devidamente tratada,  acompanhamos sua jornada no hospital porém logo depois ela sai do tratamento e fica sem rumo, até um amigo tentar ajuda-lá a mudar de cidade, ao chegar lá ela se propõe a tentar uma nova vida, onde ela consiga finalmente viver.

O livro mostra assuntos que mesmo hoje ainda são tratados como tabus, como por exemplo o cutting ou a automutilação. Charlie não teve uma vida fácil, sua vida sempre foi repleta de abusos, graças aos abusos emocionais que ela sofreu sua vida começa a desandar, então ela inicia aos abusos em si mesma, com álcool e drogas, e dia após dia enfrenta seus problemas psicólogos.

”Não importa o que você faz nem como faz, é tudo a mesma coisa. Você pode beber, se arranhar, usar metanfetamina, cheirar cola, se queimar, se cortar, se furar, se ralar, arrancar os cilios ou trepar até sangrar. Tudo é a mesma coisa: automutilação.” Página 36

O livro é muito tocante e sim ele é pesado, é pesado porque mesmo não tendo os mesmos problemas psicológicos que a Charlie teve, nos temos problemas que nos engolem e nos consomem diariamente e muitas vezes só tomamos alguma atitude para mudar depois que alguma coisa bem ruim acontece, o livro também é de superação mostra como a arte e a música funcionam como processo de cura, e nos mostra que não é porque queremos superar algo ou mudar que vai ser simples e fácil.

”Eu queria poder abrir os olhos.
Não que abrir os olhos.
Ouço o som de choro de novo e agora reconheço que sou eu, estou chorando.” Página 328

A automutilação é definida como um comportamento intencional de agressão direta ao próprio corpo por qualquer meio sem intenção real de suicídio. Ou seja, é o ato de intencionalmente machucar a si próprio fisicamente. Por mais que esse comportamento seja conhecido, ele ainda não é realmente compreendido por muitas pessoas automutilação pode se apresentar de diversas formas. A mais comum envolver fazer cortes nos braços, pernas ou barriga. Mas existem diversas outras formas, como esmurrar-se, chicotear-se, sufocar-se por alguns segundos, morder a si mesmo, cutucar feridas, queimar-se, furar-se com objetos pontiagudos, beliscar-se, ingerir produtos ou objetos perigosos como corrosivos ou alfinetes, bater em si mesmo, bater em parede ou outro objeto, tomar uma dose um pouco superior ao indicado de determinada medicação e etc. 

Fonte: http://www.psicologiaparacuriosos.com.br/automutilacao-e-tentativa-de-chamar-atencao

Resenha

Resenha: Não é um conto de fadas

 

(Recebido em parceria com a Editora Hyria)

”E lá estava eu, de volta para o começo.” Página 98

Nossa resenha hoje é um pouco diferente, eu não costumo ler livros de youtubers, então essa foi uma experiência nova pra mim, na obra vemos relatos da vida da autora, suas experiências, sua trajetória, seus erros e acertos, como ela chegou onde está, e nossa autora é nada mais nada menos que a Kim RosaCuca, ela nos proporciona uma visão de vida, seus aprendizados, e em poucas palavras ela nos transporta para dentro do livro.

”Essa é a primeira vez que conto esta história com detalhes. Não está sendo muito fácil tocar nesse assunto, mas vamos lá! Força na peruca, porque o show tem que continuar.” Página 85

Bom, como disse é uma experiência de leitura nova pra mim, e gostei bastante, tentei não criar expectativa e nem montar uma imagem da obra, a narrativa é divertida, é fluída, e nos prende totalmente, já que não apenas Kim passou por tais momentos, tais experiências mas muitas outras pessoas conseguem compartilhar sentimentos parecidos, inclusive eu, super me identifiquei com ela e com seus relatos, achei maravilhosa a forma que ela descreveu tudo e caso você procure uma leitura leve, rápida e divertida, esse livro é pra você. 

”Mas quando estiver muito triste, fique sozinha e pense sobre o que está te deixando assim e, depois pense sobre 5 coisas que te deixam feliz, qualquer coisa.” Página 68

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Resenha: Suicidas


”É impressionante a atração humana pela desgraça alheia.”

Primeiramente não cabe resenhas aqui no blog para esse livro, não tem o que falar sobre ele, não tem palavras ou vídeos de trinta minutos que digam a experiência fantástica e insana que é essa leitura. Essa resenha é pra você Raphael Montes, que me fez ficar sem dormir e sem palavras.

”Engraçado como ainda não me acostumei com a ideia de que, em breve, não estarei mais aqui”

Nove jovens, encontrados em um porão, todos eles foram até aquele local por um motivo, jogar roleta russa, porém algo aconteceu durante o jogo, seus corpos estavam em condições deploráveis, sem explicação. Após um ano do ocorrido, a delegada responsável ainda tenta solucionar o que houve naquele jogo, Diana convoca as mães de todos os jovens que estavam naquele porão, na esperança que reunidas elas conseguissem pensar com clareza e resolver aquele mistério.

”Há mais famosos mortos do que vivos. A morte traz a fama e o reconhecimento. Quando eu morrer, vão querer saber o que aconteceu aqui, e o meu trabalho será reconhecido…eu espero”

Diana apresenta algo que até então não tinha sido revelado, um livro, todo manuscrito que descreve os acontecimentos daquele jogo, foi escrito por Alessandro, um dos participantes, que escrevia em tempo real tudo que viveu dentro daquele porão, mas ainda faltavam detalhes inexplicáveis, afinal o que houve com os corpos? O que realmente aconteceu naquele jogo? O que motivou cada um deles? Será que a delegada e as mães conseguem montar esse quebra cabeça?

”Sei lá! Não acho que alguém se mata por um motivo específico… e, sim, por uma conjugação de fatores que fazem a pessoa querer acabar com a própria vida, não acha?”

Bom, essa não é a minha primeira experiência com a escrita do Raphael, e superou tudo que eu esperava, todas as minhas teorias estavam completamente erradas, Raphael me surpreendeu até o último ponto do livro e eu só quero mais e mais obras dele. O livro é dividido em três partes, temos os dias antes do jogo, os capítulos do livro do Alessandro que foi encontrado no porão, e a gravação das mães com a delegada. Acreditem não fica confuso e cada parte é essencial para o final chocante que a obra tem.

”Apesar de simpatizar com a crença cristã, que condena o suicídio, eu acredito que todo mundo é um suicida em potencial. Quero dizer: todos nós temos um limite. Uma linha imaginária de problemas e deficiências que, se atingida, faz a vida perder o sentido. A maioria de nós tem sorte de morrer naturalmente antes de chegar a esse limite, quando a vida se torna insuportável.”

Suicidas é um livro pesado, não apenas por se tratar de suicídio, ele vai além, possui cenas chocantes e que trazem angústia e repulsa ao leitor, então minha dica é, se você tem estômago fraco, pense um pouco antes de ler, porém mesmo com cenas brutais que na verdade é essencial para o desenrolar, o livro é sensacional, é uma leitura fluída, é um daqueles livros que te prende desde a frase inicial, que te deixa sem saber o que dizer, definitivamente é uma leitura espetacular. 

”Hoje, pela primeira vez, pensei em me matar”

  • Roleta russa é um jogo de azar onde os participantes colocam uma bala — tipicamente apenas uma — em uma das câmaras de um revólver. O tambor do revólver é girado e fechado, de modo a que localização da bala seja desconhecida. Os participantes apontam o revólver para suas cabeças e atiram, correndo o risco da provável morte caso a bala esteja na câmara engatilhada.
    A forma do jogo pode ser tão variada quanto o número de participantes ou seus motivos (demonstrações de bravura, suicídio, etc.), mas tipicamente uma única bala é colocada num revólver de seis tiros, resultando numa chance de 1 em 6 (ou 17%) de o revólver disparar a bala. O tambor do revólver pode ser girado novamente para reiniciar as condições de jogo ou o gatilho pode ser puxado continuamente. O uso de revólveres com menos câmaras (tipicamente cinco) ou o aumento do número de rodadas pode aumentar o risco dramaticamente. (FONTE)

”Só a experiência de sentir que você pode acabar com tudo ali, naquele momento, num piscar de olhos, já é algo maravilhoso. Sentir o indicador brincar no gatilho, sabendo que basta puxá-lo para mudar toda uma história. É divino, sobrenatural.”